cansado-o-sapo-engoliu-o-homem-não-aguentou-tanta-asneira
a-perereca-engoliu-o-sapo-rapidamente-e-embaixo-do-tapete
o-menor-come-o-maior-suco-gástrico-quando-o-assunto-é-verbete
coisas-que-não-somem-pensou-que-tédio-esquentou-a-frigideira
vida-pesada-e-já-disposta-desponta-a-temida-segunda-feira
e-a-mulher-ronca-sem-piedade,devora-tudo-faceira.....
esse blog é a continuação do dislogia ...divirtam-se!
domingo, 3 de junho de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
dificuldade
eu
queria
falar
tudo
que
eu
não
sei
o
que
é
mas
parece
ser
tem
tudo
para
ser
coisa
muito
bonita
e
interessante...
portanto
sinta-se
como
alguém
que
ouviu
algo
muito
prazeroso
e
alegre-se...pois
a
vida
nos
tocou
de
certo
modo...
queria
falar
tudo
que
eu
não
sei
o
que
é
mas
parece
ser
tem
tudo
para
ser
coisa
muito
bonita
e
interessante...
portanto
sinta-se
como
alguém
que
ouviu
algo
muito
prazeroso
e
alegre-se...pois
a
vida
nos
tocou
de
certo
modo...
domingo-com-chuva-depois-de-um-belo-dia-de-sol
quando
chove
aqui
ao
lado
sobre
essa
mata
densa
o
medo
aparece
com
olhos
de
cão
pidão
pedindo
abrigo...
chove
aqui
ao
lado
sobre
essa
mata
densa
o
medo
aparece
com
olhos
de
cão
pidão
pedindo
abrigo...
senzala
o
banqueiro
tinha
certeza
da
sua
divina
importancia
só
belas
mesas
e
fartas
comilanças...
mas
veio
o
dia
em
que
o
caviar
engasgou
reza
agora
o
infeliz
pelo
pouco
que
lhe
restou...
já
não
fala
o
que
diz
e
se
diz
não
cala
que
o
mundo
dá
voltas
exala
que
ontem
capitão
do
mato
hoje
tronco
amanhã
escrava
isaura...
banqueiro
tinha
certeza
da
sua
divina
importancia
só
belas
mesas
e
fartas
comilanças...
mas
veio
o
dia
em
que
o
caviar
engasgou
reza
agora
o
infeliz
pelo
pouco
que
lhe
restou...
já
não
fala
o
que
diz
e
se
diz
não
cala
que
o
mundo
dá
voltas
exala
que
ontem
capitão
do
mato
hoje
tronco
amanhã
escrava
isaura...
folha
entreguei uma flor ao espinho com medo ele agora já consegue sorrir com duas lágrimas de vinho...
terça-feira, 17 de abril de 2012
Porco cane
Ma passe logo as bola Rolindinho
deixa a máscara! bradava o simpático Berbigone
só para dar um belo e doce pegadinho
para eu depois provar o panettone
vamos brincar e brindar a noite toda esse fervor
esquecer o mundo lá fora as coisas mundanas
por mais que aqui esqueçamos da mágoa e da dor
hoje é teu dia de pagar as inuteis puttanas...
deixa a máscara! bradava o simpático Berbigone
só para dar um belo e doce pegadinho
para eu depois provar o panettone
vamos brincar e brindar a noite toda esse fervor
esquecer o mundo lá fora as coisas mundanas
por mais que aqui esqueçamos da mágoa e da dor
hoje é teu dia de pagar as inuteis puttanas...
eu não
hoje eu não quero poemas,certa, deixa eu sentir a realidade fria, reta, nos olhos quem disse que amava e nas mãos inquietas partia...
hj eu quero a noite assim serena como quem não tem pressa nem pena, iluminas,
eu quero ienas, apenas, quero voar, essa pobre atenas, meu peito em ruínas...
hj eu quero a noite assim serena como quem não tem pressa nem pena, iluminas,
eu quero ienas, apenas, quero voar, essa pobre atenas, meu peito em ruínas...
segunda-feira, 9 de abril de 2012
8 dias quase uma semana...
considerando que os fatos narrados no prelúdio dos teus lábios acordo sentada sobre o livro de Machado de Assis empoeirado...ao lado adormece Fernando Pessoa, com seu chapéu estranho escondido pela caneta de parece estanho...
é noite ou dia? meu coração gira tranquilo, se amo, se odeio, ele sempre canta...mas são diferentes melodias, esse músculo não tem jeito, tudo isso que tem feito, não tem pena por que não voa, levanta, só eu a me lançar no espaço...
é noite ou dia? meu coração gira tranquilo, se amo, se odeio, ele sempre canta...mas são diferentes melodias, esse músculo não tem jeito, tudo isso que tem feito, não tem pena por que não voa, levanta, só eu a me lançar no espaço...
segunda-feira, 2 de abril de 2012
aos trinta e um dias de um outono meio frio...agora quente
não ta morto quem esbraveja
já dizia a sábia Profa.Fritolla
não tá só mesmo quem ruim veleja
mar lindos sonhos a camisola
o que guardo deu ares de vida
isso é um maravilhoso sinal
que pelo mundo cruel não vencida
ainda posso mudar o final
esses olhos lindos e despertos
tiram- me de um sôfrego torpor
mostram a água sobre o deserto
pulsa fumaça coração a vapor
Pudera navegar nesse trem nas águas inqueitas do teu ar...
já dizia a sábia Profa.Fritolla
não tá só mesmo quem ruim veleja
mar lindos sonhos a camisola
o que guardo deu ares de vida
isso é um maravilhoso sinal
que pelo mundo cruel não vencida
ainda posso mudar o final
esses olhos lindos e despertos
tiram- me de um sôfrego torpor
mostram a água sobre o deserto
pulsa fumaça coração a vapor
Pudera navegar nesse trem nas águas inqueitas do teu ar...
domingo, 4 de março de 2012
tempo nublado sujeito a...
acima nas nuvens algo de ti
o estranho gosto por não vê-las
chego agora e já querendo partir
sorrio amarelo com medo de perdê-la
nas tuas mãos corre o meu tempo
espreme por estreitos caminhos
escorre sem pressa doce alento
busco gravetos folhas novo ninho...
interessa tudo que vem sem ao menos ter saído do lugar há tudo e ninguém pois o que a natureza une nada pode alterar...nuvens estão dissipando o azul cintilante...eu nebulosa navegante remo com a peneira ofegante até o fundo do mar...
o estranho gosto por não vê-las
chego agora e já querendo partir
sorrio amarelo com medo de perdê-la
nas tuas mãos corre o meu tempo
espreme por estreitos caminhos
escorre sem pressa doce alento
busco gravetos folhas novo ninho...
interessa tudo que vem sem ao menos ter saído do lugar há tudo e ninguém pois o que a natureza une nada pode alterar...nuvens estão dissipando o azul cintilante...eu nebulosa navegante remo com a peneira ofegante até o fundo do mar...
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Linha
Na linha que leva teus olhos ao mar
minha alma equilibrio estendida
ouve teu hálito jocoso respirar
imovel permanece com todos e tantos sentidos
que uma alma generosa e inquieta pode porvir
esquece incautos sonhos base ruidos
muitos mais em terras férteis florir
anoiteça
durma
amanheça
orvalho na alma a se equilibrar eu na linha que leva teus olhos ao mar...
minha alma equilibrio estendida
ouve teu hálito jocoso respirar
imovel permanece com todos e tantos sentidos
que uma alma generosa e inquieta pode porvir
esquece incautos sonhos base ruidos
muitos mais em terras férteis florir
anoiteça
durma
amanheça
orvalho na alma a se equilibrar eu na linha que leva teus olhos ao mar...
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Janeiro
na noite acalento balanço nos meus braços algo de bom
de noite abraço no som do balanço lento do dia que se despede
e acalentada balança e quieta sorria e se despe
dança tranquila eu vendo desfaz teus laços alto breu tom
sou eu nos teus braços noite tranquila balança dias laços pelos meus braços acalento...nua se desfaz lua que dança
de noite abraço no som do balanço lento do dia que se despede
e acalentada balança e quieta sorria e se despe
dança tranquila eu vendo desfaz teus laços alto breu tom
sou eu nos teus braços noite tranquila balança dias laços pelos meus braços acalento...nua se desfaz lua que dança
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Egrégio
bate na mesa pulso forte
mania de quem se caga à toa
a minha alteza tem sorte
de ainda assobiar e comer broa
foi amamentado pelo capeta
em dia de lua atravessada
já pequeno vil espoleta
coisa nasceu mãe enganada
desde quando das primeiras gravatas
ouviu o claro tilintar das moedas
começou a vomitar asneiras bravatas
razão frouxa a dançar nas arruelas...
mania de quem se caga à toa
a minha alteza tem sorte
de ainda assobiar e comer broa
foi amamentado pelo capeta
em dia de lua atravessada
já pequeno vil espoleta
coisa nasceu mãe enganada
desde quando das primeiras gravatas
ouviu o claro tilintar das moedas
começou a vomitar asneiras bravatas
razão frouxa a dançar nas arruelas...
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Ano de novo
no meu peito fervilha
gosto de um espumante leve
flutua misturado com lentilha
até mais volto em breve
caminhos sinuosos rua escura
alguns tropegos mulambentos
que para dor e cachaça tem cura
encher ainda mais compartimentos
a esperança consolo dos azarados
corta a praça Getúlio o ditador
antes fossem todos fuzilados
diria o fezes dissimulador
o ano vem cheio de água
cobre de sereno fartos moinhos
leva contigo minha doce mágoa
e meus dois olhos sozinhos...
gosto de um espumante leve
flutua misturado com lentilha
até mais volto em breve
caminhos sinuosos rua escura
alguns tropegos mulambentos
que para dor e cachaça tem cura
encher ainda mais compartimentos
a esperança consolo dos azarados
corta a praça Getúlio o ditador
antes fossem todos fuzilados
diria o fezes dissimulador
o ano vem cheio de água
cobre de sereno fartos moinhos
leva contigo minha doce mágoa
e meus dois olhos sozinhos...
Assinar:
Postagens (Atom)