na noite acalento balanço nos meus braços algo de bom
de noite abraço no som do balanço lento do dia que se despede
e acalentada balança e quieta sorria e se despe
dança tranquila eu vendo desfaz teus laços alto breu tom
sou eu nos teus braços noite tranquila balança dias laços pelos meus braços acalento...nua se desfaz lua que dança
esse blog é a continuação do dislogia ...divirtam-se!
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Egrégio
bate na mesa pulso forte
mania de quem se caga à toa
a minha alteza tem sorte
de ainda assobiar e comer broa
foi amamentado pelo capeta
em dia de lua atravessada
já pequeno vil espoleta
coisa nasceu mãe enganada
desde quando das primeiras gravatas
ouviu o claro tilintar das moedas
começou a vomitar asneiras bravatas
razão frouxa a dançar nas arruelas...
mania de quem se caga à toa
a minha alteza tem sorte
de ainda assobiar e comer broa
foi amamentado pelo capeta
em dia de lua atravessada
já pequeno vil espoleta
coisa nasceu mãe enganada
desde quando das primeiras gravatas
ouviu o claro tilintar das moedas
começou a vomitar asneiras bravatas
razão frouxa a dançar nas arruelas...
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Ano de novo
no meu peito fervilha
gosto de um espumante leve
flutua misturado com lentilha
até mais volto em breve
caminhos sinuosos rua escura
alguns tropegos mulambentos
que para dor e cachaça tem cura
encher ainda mais compartimentos
a esperança consolo dos azarados
corta a praça Getúlio o ditador
antes fossem todos fuzilados
diria o fezes dissimulador
o ano vem cheio de água
cobre de sereno fartos moinhos
leva contigo minha doce mágoa
e meus dois olhos sozinhos...
gosto de um espumante leve
flutua misturado com lentilha
até mais volto em breve
caminhos sinuosos rua escura
alguns tropegos mulambentos
que para dor e cachaça tem cura
encher ainda mais compartimentos
a esperança consolo dos azarados
corta a praça Getúlio o ditador
antes fossem todos fuzilados
diria o fezes dissimulador
o ano vem cheio de água
cobre de sereno fartos moinhos
leva contigo minha doce mágoa
e meus dois olhos sozinhos...
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